segunda-feira, 23 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
RADIAÇÃO PODE ALTERAR O CORPO HUMANO?
quarta-feira, 18 de maio de 2011
RADIAÇÃO ULTRA'VIOLENTA' !
A radiação UV faz parte da luz solar que atinge a Terra. Ao atingir nossa pele, os raios UV penetram profundamente e desencadeiam reações imediatas como as queimaduras solares, as fotoalergias (alergias desencadeadas pela luz solar) e o bronzeamento. Provocam também reações tardias, devido ao efeito acumulativo da radiação durante a vida, causando o envelhecimento cutâneo e as alterações celulares que, através de mutações genéticas, predispõem ao câncer da pele.
A radiação UV que atinge a Terra se divide em radiação UVA e UVB (os raios UVC não atingem a Terra):
Radiação UVA
Maior parte do espectro ultravioleta, a radiação UVA possui intensidade constante durante todo o ano, atingindo a pele praticamente da mesma forma durante o inverno ou o verão. Sua intensidade também não varia muito ao longo do dia, sendo pouco maior entre 10 e 16 horas que nos outros horários. Penetra profundamente na pele, sendo a principal responsável pelo fotoenvelhecimento. Tem importante participação nas fotoalergias e também predispõe a pele ao surgimento do câncer. O UVA também está presente nas câmaras de bronzeamento artificial, em doses mais altas do que na radiação proveniente do sol.
Radiação UVB
Sua incidência aumenta muito durante o verão, especialmente nos horários entre 10 e 16 horas quando a intensidade dos raios atinge seu máximo. Os raios UVB penetram superficialmente e causam as queimaduras solares. É a principal responsável pelas alterações celulares que predispõem ao câncer da pele.
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES:
1) Apenas os raios UVB causam as queimaduras solares portanto, o fato de você não ter ficado vermelho, não significa que sua pele não sofreu a ação danosa da radiação UV, porque o UVA não causa queimaduras mas danifica a pele. Aquele sol de inverno que pareceu não causar problemas porque você não se queimou nada, na verdade também está prejudicando sua pele favorecendo, principalmente, o seu envelhecimento, da mesma forma que as câmaras de bronzeamento artificial.
2) A quantidade de UVA emitida por uma câmara de bronzeamento pode chegar a ser 10 vezes maior que a da luz solar. Pode-se imaginar o dano causado à pele por este tipo de tratamento. Dano este que só vai aparecer com o passar dos anos. O uso destas câmaras para bronzeamento deve ser evitado apesar das alegações de que não fazem mal à pele. Elas provocam o envelhecimento precoce e predispõem ao surgimento do câncer da pele.
3) O FPS representa apenas a proteção contra o UVB. Alguns filtros solares já trazem também o fator de proteção contra o UVA.
4) EVITE OS HORÁRIOS ENTRE 10 E 15 HORAS. Este é o pior horário para se expor ao sol devido à grande intensidade da radiação UVB, principal causadora do câncer da pele. Se você tem que se expor ao sol neste horário, proteja-se intensamente com protetores solares de FPS alto, use chapéus, roupas e barracas. Quem tem a ganhar é você.
Fonte: http://www.dermatologia.net/novo/base/radiacaouv.shtml
RADIOTERAPIA , UMA NOVA SAÍDA.

Radioterapia é um tipo de tratamento que utiliza radiações ionizantes para atingir determinadas células, impedindo seu aumento ou causando sua destruição. Assim, é utilizada em tratamentos de cânceres, hemorragias, dentre outros.
De acordo com o estado de saúde do paciente, localização e tamanho do tumor, o número de aplicações é definido. Por meio de radiografias, a equipe médica delimita a área a ser tratada, e o indivíduo recebe tais aplicações em contato direto com o aparelho (radioterapia de contato), ou afastado deste (radioterapia externa) – de acordo com a indicação definida para seu caso. Há situações nas quais é necessário o tratamento com estes dois tipos de contato.
Geralmente é feita uma sessão por dia, durante os cinco dias da semana, com duração que varia entre cinco e vinte minutos; com intervalos programados pela equipe.
Infelizmente, quando um indivíduo recorre à radioterapia, pode sofrer sintomas desagradáveis, como cansaço, perda de apetite e irritação da pele. Assim, para driblar estes problemas, deverá diminuir suas atividades diárias, descansar nas horas livres, comer pouco, ingerir alimentos leves, fazer caminhadas antes das refeições, proteger a pele da luz solar e mantê-la sempre hidratada, não tomar banho com água quente e não coçar a região que recebeu as radiações. Febre, dificuldade respiratória, visão dupla ou borrada, sangramento e dificuldades de controlar a urina são manifestações que também podem ocorrer devendo o paciente recorrer à ajuda médica de forma imediata.
Fonte: http://www.brasilescola.com/doencas/radioterapia.htm
RADIAÇÃO DOS APARELHOS CELULARES
Este vídeo é apenas uma brincadeira feita por amigos, mas ela nos traz uma dúvida, os aparelhos celulares realmente provocam uma quantia de radioatividade que vá nos prejudicar?
USO DE CELULARES ESTIMULA O CRESCIMENTO DE TUMORES CELEBRAIS.
Comprovações recentes atestam transformações de células quando imersas em um intenso campo eletromagnético. Essas transformações podem evoluir a ponto de causar degenerações, tornando-se possíveis focos de leucemia e câncer.
Embora invisíveis, as radiações fazem parte do nosso cotidiano, mergulhados que estamos num campo imenso, repleto de ondas vindas de todos os cantos, não só do planeta mas também do Universo. O problema, ou seja, o risco para o ser humano, é justamente a intensidade dessas radiações, e lembrando a lei que rege a relação entre energia e distância, (energia proporcional ao inverso do quadrado da distância), veremos que no celular, apesar da baixa potência envolvida, a proximidade da antena faz com que um lado da cabeça receba diretamente essas radiações, expondo o usuário a um risco imprevisto. Basta lembrar que o processo de cozimento dos alimentos nos fornos de micro-ondas se baseia nestas radiações, se bem que de muito maior intensidade, mas ninguém pode prever as consequências de uma prolongada exposição a esse campo eletromagnético. Está comprovado que, após 10 minutos de uso do celular, a temperatura craniana sobe de 2 a 3 graus centígrados.
FONTE: http://solucell.sites.uol.com.br/radiacoes.html
OS EFEITOS DA RADIOATIVIDADE NO CORPO HUMANO.
O acidente na usina nuclear de Fukushima, no Japão, é o mais grave desde a catástrofe de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986. O terremoto e o tsunami que devastaram o país em 11 de março comprometeram o sistema de refrigeração dos reatores, o que levou a incêndios e explosões. A emergência está no nível 5 de uma escala que vai só até 7 – grau máximo atingido pelo desastre de Chernobyl. Em pequenas doses, a radiação ajuda a diagnosticar e tratar doenças. Em grandes quantidades, pode alterar o sistema biológico e até matar.
Em pequenas doses, a exposição à radiação não oferece riscos à saúde: o corpo tem tempo suficiente para substituir as células que eventualmente tenham sido alteradas ou destruídas. Em doses extremas, é fatal: o desastre nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, o mais grave da história, matou 30 pessoas em apenas um mês e foi associado a 1.800 notificações de câncer de tireoide. O Japão atravessa agora a pior crise nuclear desde o acidente na usina soviética. O governo divulgou que pelo menos 20 pessoas foram expostas à radiação que escapou da usina Fukushima, mas não detalhou as circunstâncias ou a gravidade dos casos.
Chamada ionizante, a radiação emitida pelo combustível das usinas nucleares (em geral urânio ou plutônio) tem a propriedade de alterar a carga elétrica dos elementos das células humanas. A extensão dos danos à saúde depende da dose e do tempo de exposição e até da região do corpo atingida. Os pulsos, por exemplo, são mais resistentes à radiação. A medula óssea, ao contrário, é o órgão mais sensível.
Na literatura médica, o câncer é um dos problemas mais associados à radiação. Isso porque a radioatividade pode alterar o ‘relógio biológico’ das células, fazendo com que cresçam desordenadamente, formando tumores. Os tumores induzidos pela radiação não aparecem antes de 10 anos a contar das doses recebidas. Em caso de leucemia, o intervalo cai para dois anos. Esse período entre a exposição e o aparecimento do câncer é chamado ‘período latente’.
Os cientistas ainda não têm dados precisos para determinar o risco de câncer associado a uma dada exposição à radiação. Mas existem estimativas. Sabe-se que baixas dosagens não estão relacionadas ao câncer, daí por que são normalmente seguros exames médicos como tomografia, raio-X e mamografia, segundo a Health Physics Society (HPS), uma organização americana especializada nos efeitos da radiação no corpo humano. Mas a partir de uma certa dosagem, a associação entre radiação e câncer aparece.
FONE DE OUVIDO PARA CELULAR AUMENTA EXPISIÇÃO DO CÉREBRO À RADIAÇÃO, DIZ REVISTA
A Which?, uma revista que faz testes de produtos para o consumidor, publicou em sua edição de quinta-feira que as novas descobertas confirmam um teste divulgado na edição de abril mostrando que os fones triplicavam a exposição à radiação, em comparação com o uso direto do celular.
O governo britânico refutou a reportagem de abril, alegando que pesquisas oficiais provaram que o acessório reduzia a exposição à radiação.
Na nova reportagem, entretanto, a Which? aponta falhas no método de pesquisa utilizado pelo governo e afirma que pesquisas realizadas com modelos convencionais confirmaram que o kit de fones para celular pode servir como um canalizador de radiação para o cérebro.
O nível de exposição dependeria da distância entre a ponta da antena do telefone e o fone de ouvido, o que significa que ele varia dependendo de onde o usuário coloca o aparelho. A Which? afirma que as pesquisas do governo não consideraram esse fator.